Ópera

Papa est Mort – Fernando Lapa e António Feijó

Theatro Circo
Papa est Mort – Fernando Lapa e António Feijó

Uma carta viaja cheia de pressa, até chegar às mãos de Luís de Magalhães, anunciando a morte do poeta, na longínqua Estocolmo. “Papa est mort”, anuncia a carta, para consternação do amigo, com quem trocou confidências ao longo de cerca de setecentas cartas que atravessaram os anos. Com essa carta chegam as recordações de uma vida abundante que a morte interrompeu aos cinquenta e oito anos. A carta aviva essas memórias que vão ardendo na lenta combustão da saudade. E quem melhor para as contar senão o próprio poeta, António Feijó e a esposa, Maria Carmen (falecida dois anos antes), que com Luís de Magalhães protagonizam os vários episódios que vão desfilando.