Fordândia Panacea de Susana Sousa Dias explora a cidade amazónica de Fordlândia, contrariando a ideia de cidade-fantasma e revelando as forças históricas de Ford, capitalismo e extrativismo. O filme é uma reflexão sobre o colonialismo arqueológico e a resistência da selva à colonização industrial. Cantos da Metamorfose de Ainá Xisto investiga a experiência da realizadora com a memória ancestral de violência contra mulheres na Amazónia, utilizando a figura do boto como símbolo de transformação e cura em relação com a medicina ancestral indígena.